A mais recente cobertura noticiosa sobre corrupção, abusos de direitos humanos, violacões da liberdade de imprensa e exclusão sócio-económica em Angola, todas as Quartas-feiras no Maka Angola:

Central 7311: Cronologia da Fraude: O Golpe de Estado Constitucional e a Verdade Eleitoral
28 de Agosto, 2012: Para muitos de nós Centraleiros, as eleições de 2008 permitiram-nos começar a seguir com muito mais atenção o rumo político do nosso país. Foi como acordar de um profundo sono. Para outros, foi mais uma etapa de uma realidade que seguimos com atenção desde há vários anos, mesmo antes das eleições e mesmo antes da morte de Jonas Savimbi. Mas, definitivamente, 2008 foi um ano de viragem para o país, porque finalmente tentou-se implementar (ainda que tímidamente) em Angola a cultura da democracia, de eleições regulares, de prestação de contas ao cidadão, e de uma futura alternância no poder.

DW: Eleitores angolanos veem final da campanha com indiferença
27 de Agosto, 2012: Avaliação é do analista angolano Rafael Marques: partido MPLA (poder) poderá ter resultado “conveniente para si”. Nos últimos anos, “população perdeu medo”.

Jornal da Mídia: Angola entre as urnas e a sua primavera
26 de Agosto, 2012: Angola volta às urnas na próxima sexta-feira, e o presidente José Eduardo dos Santos, o Zédu (foto abaixo), tem três cenários à sua frente: perdendo, o que é improvável, ele sairá como alguém que assumiu uma colônia, pôs fim a uma guerra civil e entregou uma democracia com alternância de poder, ainda que altamente corrupta, desigual, pobre, faminta e analfabeta; ganhando, o que é quase certo, vai consagrar a estratégia que montou para apagar uma nascente revolta contra esses e outros problemas e se perpetuar no poder.

Global Voices: Angola: Cobertura Pré-Eleitoral Esconde Diversidade Política
27 de Agosto, 2012: Várias têm sido as críticas à forma enviesada como os meios de comunicação têm feito a cobertura da campanha eleitoral, como reportou a organização internacional de direitos humanos Human Rights Watch.

O Globo: ‘O povo não tem capacidade inesgotável de sofrimento’, diz Rafael Marques
25 de Agosto, 2012: À frente da organização pró-democracia e anticorrupção Maka Angola, Rafael Marques execra as atuais eleições como mera trapaça do partido do governo. E acusa a oposição de não mais dar conta da insatisfação social.

Jornal de Negócios: Constituição angolana mudou método de eleições em 2010
23 de Agosto, 2012: Em 2010 o MPLA promoveu a mudança da Constituição de Angola, abolindo as eleições presidenciais.
A lei magna do país estabelece que o cabeça de lista do partido mais votado nas eleições será automaticamente eleito presidente da República. A Constituição define ainda que o futuro presidente está impedido de exercer mais de dois mandatos consecutivos, de cinco anos. Partindo do pressuposto que o MPLA ganha as eleições e que José Eduardo dos Santos continuará como presidente do país, isto significa que o actual líder angolano poderá atingir 43 anos no poder, caso repetisse a vitória em 2017.

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