A mais recente cobertura noticiosa sobre corrupção, abusos de direitos humanos, violacões da liberdade de imprensa e exclusão sócio-económica em Angola (todas as Quartas-feiras no Maka Angola):

Público: Oposição questiona gestão das eleições angolanas
15 de Agosto, 2012: O concurso que determinou a escolha de uma empresa espanhola para o contrato da gestão das legislativas em Angola, marcadas para o final de Agosto, está a ser questionado pela oposição angolana, quando há notícias de que foi anunciado numa sexta-feira e fechado na segunda-feira seguinte, e que pelo menos uma empresa da África do Sul foi desqualificada sem razão aparente, segundo o site sul-africano de notícias IOL (Independent On Line).

DW: Juventude prepara “Primavera Angolana” contra governo
15 de Agosto, 2012: Revoluções árabens inspiram protestos contra tirania do MPLA, partido no poder há mais de três décadas. Internet, rap e hiphop também são armas. População teme aparato repressivo de presidente José Eduardo dos Santos.

DW: Em Angola, mulheres também fazem músicas de intervenção e pedem melhorias para o país
15 de Agosto, 2012: Elas são mulheres comuns: trabalham, estudam, cuidam da casa, da família… No entanto, além da vida pessoal, elas também dedicam parte do seu tempo à luta por uma Angola melhor por meio da música. São as rappers angolanas, que se destacam por não se calarem diante dos problemas, do preconceito, da falta de liberdade de expressão. Quem acha que o movimento hip hop do país não conta com a participação das mulheres, engana-se. Mesmo que muitas não apareçam nos meios de comunicação social ou não tenham CDs gravados, isso não significa que elas estejam caladas diante da realidade do seu país. E a maioria das MCs sabe bem o que quer: uma Angola diferente, mais justa, com mais oportunidades para seus habitantes.

DW: Campanha eleitoral em Angola marcada por ameaças
8 de Agosto, 2012: A campanha eleitoral em Angola está pegando fogo. Discursos de motivação à violência como o de um general reformado do partido no poder chamam a atenção, pouco mais de três semanas antes das eleições gerais angolanas. O general Kundi Paihama, ministro angolano dos Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria disse em meio a campanha eleitoral para o escrutínio marcado para o final de agosto, que quem tentar lutar contra o partido no poder, o Movimento para a Libertação de Angola (MPLA), e o seu presidente, será varrido. Um discurso já condenado por diversos setores da sociedade e analistas.

 

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