A mais recente cobertura noticiosa sobre corrupção, abusos de direitos humanos, violacões da liberdade de imprensa e exclusão sócio-económica em Angola (todas as Quartas-feiras no Maka Angola):

DW: Rafael Marques acusa figuras do Estado de Angola de branqueamento de capitais
17 de Julho, 2012: Dirigentes do governo, do MPLA, empresas dos setores petrolífero e diamantífero e o Banco Angolano de Investimentos são alvos de denúncias publicadas no blog Maka Angola, que se dedica à luta contra a corrupção no país. O blog lançou uma campanha online contra um alegado esquema de branqueamento de capitais e uma petição que pretende atingir, principalmente, as instituições financeiras internacionais, que fazem negócios com o BAI. O objetivo da denúncia é fazer com que essas instituições cessem as parcerias firmadas até agora com aquele banco, já que tais ligações acabam por conferir legitimidade a uma instituição que, segundo o Maka Angola, serve, principalmente, para o branqueamento de capitais resultantes das riquezas do país e para o enriquecimento ilícito de alguns dirigentes do governo.

Central 7311: Video: Reviver Cacuaco com as famílias da “Boa Esperança”
18 de Julho, 2012: As famílias da “Boa Esperança” falam das suas carências.

DW: Manifestações “vão continuar” até às eleições gerais em Angola
16 de Julho, 2012: A garantia foi dada por um dos participantes na manifestação de sábado, 14 de julho, em Luanda. Américo Vaz deu nota zero à atuação da polícia que, assegura, foi parcial, estando ao serviço do partido no poder, o MPLA. De acordo com informações dos manifestantes, mais de 300 pessoas foram até às ruas para protestar contra a recandidatura do Presidente angolano José Eduardo dos Santos, que está há 32 anos no poder.

DW: Sociedade civil pede adiamento das eleições em Angola
13 de Julho, 2012: Vários ativistas angolanos defendem o adiamento das eleições de 31 de agosto, enquanto não forem ultrapassadas as irregularidades em torno do processo. A UNITA, maior partido da oposição, já admitiu não ir a eleições. São cada vez mais os políticos e os membros da sociedade civil que consideram não estarem reunidas as condições políticas e materiais para que os angolanos possam ir às urnas. A apenas 49 dias da realização das terceiras eleições multipartidárias desde o fim do monopartidarismo em 1992, a Comissão Nacional Eleitoral (CNE) ainda não divulgou os cadernos eleitorais e também não mandou auditar a base de dados do registo eleitoral, três meses depois de a ter recebido do Ministério da Administração do Território.

Sic Noticias/Lusa: Angola: Coligação de dissidente da UNITA admite impugnação da lista do MPLA
13 de Julho, 2012: A coligação liderada por Abel Chivukuvuku, dissidente da UNITA, anunciou hoje em Luanda que está a avaliar uma impugnação à lista do MPLA, partido no poder, concorrente às eleições gerais de 31 de agosto em Angola.

VOA: UNITA ameaça impugnar eleições
12 de Julho, 2012: A UNITA ameaça impugnar, junto do Tribunal Constitucional, a contratação da empresa espanhola, INDRA, para produzir os boletins de voto, bem como todos os actos praticados pela Comissão Nacional Eleitoral, que na óptica deste partido, não fazem parte das atribuições legais como órgão reitor das eleições em Angola.

RTP: UNITA ameaça desistir das eleições angolanas
12 de Julho, 2012: A UNITA admite não concorrer às eleições gerais de 31 de agosto em Angola. Em conferência de imprensa, esta manhã em Luanda, o presidente da UNITA, Isaías Samakuva, alegou falta de condições para a realização do ato eleitoral, apontando queixas à Comissão Nacional de Eleições. Isaías Samakuva sublinha que este alerta sobre a organização das eleições acontece na altura própria.

DW: Voto da diáspora angolana será promessa adiada
11 de Julho, 2012: Os cidadãos residentes no estrangeiro por razões de trabalho, estudo, doença ou similares poderão exercer o seu direito de voto nas eleições gerais do dia 31 de agosto, conforme têm dito os governantes angolanos, em diversas ocasiões. Para isso, é exigido que os eleitores estejam registados segundo as regras definidas pela Comissão Nacional Eleitoral. Mas na realidade, o cumprimento dessa promessa parece pouco concretizável, pois até à data ainda não foi montada qualquer estrutura para a votação no estrangeiro. E além disso, há angolanos na diáspora a quem nunca foi dado acesso ao registo eleitoral ou à sua atualização. Pelo que, na prática, nem todos os cidadãos podem exercer o seu direito de voto.

 

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