A mais recente cobertura noticiosa sobre corrupção, abusos de direitos humanos, violacões da liberdade de imprensa e exclusão sócio-económica em Angola (todas as Quartas-feiras no Maka Angola):
Expresso: Até onde pode ir o governo angolano?
15 de Junho, 2012: Se tudo é como parece ser, e como a justiça parece ter percebido que foi, ultrapassámos o que ainda é tolerável neste país. Já não se trata “apenas” da permanente perseguição a opositores políticos em Angola, mas de uma tentativa de usar a justiça portuguesa para fazer essa perseguição, chegando-se ao extremo de colocar droga em bagagem que tem Portugal como destino. E isto com um cidadão português. Se assim for, Portugal tem de dizer ao governo mafioso de Luanda que este país ainda não é o faroeste.
DW: Novas demolições no Lubango, em Angola, são dramáticas, diz Marcolino Moco
15 de Junho, 2012: Marcolino Moco afirmou que é dramático o desalojamento de cerca de 250 famílias dos bairros, na periferia da capital da província de Huíla. O antigo chefe de governo do MPLA (Movimento Popular de Libertação de Angola, o partido no poder e do qual é dissidente) visitou os locais para onde foram transferidas as famílias desalojadas. Em causa está a demolição, nos últimos dias, em Lubango de residências para a construção de uma estrada. O que sucede a outras demolições, que Marcolino Moco classificou de “ilegais”, onde também foram desalojadas 2.700 pessoas, que em 2010 tiveram de ir para a Tchavola e Tchitunho.
Central 7311: A Queda de Um Regime: Centraleiros na mira da morte
14 de Junho, 2012: O Mano Luamba foi raptado hoje 14 de junho de 2012 as 12h na Universidade Jean Piaget em Viana por 4 indivíduos não identificados e mantido refém durante 3h. Os raptores queriam saber quanto é que a UNITA e a CASA-CE nos pagam para fazermos o que temos feito. Que apoios externos recebemos. Quanto queremos. E coisas do género. Segundo eles o quarteto Mbanza, Luaty, Carbono e Luamba deve imediatamente apresentar a sua contraposta nesta pseudo negociata. As nossas vidas mais do que nunca correm grande perigo, a qualquer altura podereis ouvir que estamos mortos. Aqui vai o nosso apelo a toda sociedade Angolana e não só, Estamos na Mira da Morte!
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