A mais recente cobertura noticiosa sobre corrupção, abusos de direitos humanos, violacões da liberdade de imprensa e exclusão sócio-económica em Angola (todas as Quartas-feiras no Maka Angola):

DW: Há sete anos, vítimas de desalojamentos forçados vivem ao relento em Angola
5 de Juno, 2012: A organização não governamental angolana SOS Habitat – Ação solidária, convocou na tarde desta terça feira (05.06), em Luanda, uma conferência de imprensa para informar e denunciar a situação das comunidades vítimas das violações dos direitos humanos em Angola e criticar a impunidade dos autores e mandantes dessas violações. No centro das preocupações esteve a continuação dos desalojamentos forçados dos habitantes de muitos bairros, especialmente na capital, Luanda, mas também em Benguela (oeste) e Huíla (sul). Para a SOS Habitat, há comunidades inteiras que foram desalojadas há cerca de sete anos e que ainda hoje se encontram ao relento e numa situação desumana e degradante.

DW: Ativistas desaparecidos em Angola suscitam preocupação
31 de Maio, 2012: Em Angola multiplicam-se os casos de perseguição, agressão e sequestro de organizadores dos movimentos de protesto anti-regime. Os perpetradores anónimos, chamados “kaenches”, são homens armados e treinados a preceito. As mais recentes vítimas dos “kaenches” são os líderes do “Movimento Revolucionário Unido”, um grupo de ex-militares das Forças Armadas de Libertação de Angola (FALA), Forças Armadas Populares de Libertação de Angola (FAPLA) e do Exército Libertação Nacional de Angola (ELNA). Estas formações convocaram uma manifestação contra “o mau trato que sofrem” por parte do governo angolano.

DW: Oposição em Angola queixa-se de verba para campanha eleitoral
31 de Maio, 2012: Os partidos que concorrem às eleições gerais angolanas de 31 de agosto vão receber 96 000 dólares em dinheiros públicos para financiar a campanha. A oposição acusa: a escassez da verba é programa político do MPLA. O decreto-lei exarado pelo Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, prevê que a soma equivalente a 96 000 dólares seja atribuída a todos os partidos e coligações de formações políticas aprovados como concorrentes pelo Tribunal Constitucional. Para a oposição, trata-se de uma verba irrisória, destinada a impossibilitar à oposição uma campanha eleitoral que mereça o nome.

 

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